Case – Jandira Regis


CASE · JANDIRA RÉGIS NARRATIVA VISUAL · CAMPANHA SOCIAL · CONTEÚDO AUDIOVISUAL
QUANDO UMA ENTREGA PRECISA SER MAIS DO QUE VISTA

Não bastava
mostrar a entrega.

Era preciso fazer sentir
o que estava sendo entregue.

Cesta básica descendo de paraquedas sobre uma comunidade em campanha visual para Jandira Régis
JANDIRA RÉGIS DA IDEIA À NARRATIVA VISUAL
O PONTO DE PARTIDA

Uma ação feita com cuidado
precisava ser contada
com o mesmo cuidado.

IDEIA REFERÊNCIA INTERPRETAÇÃO NARRATIVA
A IDEIA JÁ APONTAVA UMA DIREÇÃO

O projeto não começou
com uma página
em branco.

Já existia uma intenção: representar de maneira mais lúdica aquele momento de entrega.

Algumas imagens já haviam sido buscadas. A direção estava ali. Mas ainda faltava encontrar a forma certa de contá-la.

01
O PONTO DE PARTIDA

Havia uma ação real.
E havia o desejo de
representá-la com imaginação.

Durante a conversa, surgiu a referência a uma espécie de “chuva de cestas”.

A ideia já indicava um caminho: sair de uma representação puramente literal e criar algo mais lúdico em torno daquele momento.

O PROBLEMA NÃO ERA A IDEIA.

Era o quanto aquelas
primeiras imagens ainda
pareciam genéricas.

Elas mostravam o tema.
Mas ainda não carregavam a dedicação presente na própria ação.

REPRESENTAR

Mostrar uma
cesta básica.

A imagem identifica o que está sendo entregue.

NARRAR

Fazer a entrega
ganhar uma história.

A imagem começa a comunicar também cuidado, expectativa, movimento e significado.

A DECISÃO

Se aquela ação acontecia
com carinho e dedicação,
sua representação também
precisava nascer assim.

Foi a partir daí que comecei a desenvolver aquela direção com mais cuidado.

Não para abandonar a ideia inicial, mas para descobrir o que ela poderia se tornar quando tratada como narrativa.

01 IDEIA Uma entrega representada de forma lúdica.
02 REFERÊNCIAS Algumas imagens já tentavam materializar essa intenção.
03 LEITURA A direção funcionava, mas ainda podia ganhar profundidade.
04 INTERPRETAÇÃO A ideia começa a ganhar linguagem própria.

A ideia já apontava
uma direção.
O trabalho foi descobrir
até onde ela poderia contar uma história.

E FOI AQUI QUE A IMAGEM COMEÇOU A MUDAR.

A “chuva de cestas”
podia deixar de ser
apenas uma imagem literal.

Se elas vinham do céu, como chegariam?

E se uma delas descesse suavemente até alguém?

UMA POSSIBILIDADE APARECE
PARAQUEDAS

A referência inicial começa a ser reinterpretada e ganha uma nova solução visual.

DA IDEIA À CENA

Quando a cesta ganhou
um modo de chegar,
a entrega começou a ganhar
uma narrativa.

E a partir daí já não estávamos apenas procurando uma imagem.

Estávamos começando a construir cenas.
IDEIA REFERÊNCIA LEITURA INTERPRETAÇÃO CENA
DA IDEIA À CENA

A cesta já tinha
um modo de chegar.

Faltava descobrir
quem estaria esperando por ela.

UMA MUDANÇA DE PONTO DE VISTA

Até aqui, observávamos
a entrega de longe.

Então nos aproximamos.
Cena criada para Jandira Régis mostrando um menino diante da chegada de uma cesta básica
JANDIRA RÉGIS DA ENTREGA AO ENCONTRO
02
QUANDO A ENTREGA ENCONTRA ALGUÉM

A imagem deixou de falar
apenas sobre uma cesta.

Agora havia alguém diante dela.

A entrega ganhava um instante, um ponto de vista e uma relação.

ANTES OBJETO

A cesta como elemento central da imagem.

AGORA ACONTECIMENTO

A cesta chegando à vida de alguém.

É AQUI QUE A ILUSTRAÇÃO COMEÇA A SE COMPORTAR COMO NARRATIVA.

Não vemos somente
o que chega.

Começamos a imaginar
o que acontece quando chega.

01 EXPECTATIVA

Existe um instante antes do encontro.

02 CHEGADA

A entrega deixa de ser abstrata.

03 ENCONTRO

O objeto passa a se relacionar com alguém.

04 SIGNIFICADO

A cena começa a sugerir algo além da própria cesta.

Quando a cesta encontrou alguém,
a ideia encontrou
uma história.

MAS UMA HISTÓRIA NÃO PRECISAVA TERMINAR ALI

Se uma cesta podia chegar
até uma pessoa,
quantas outras poderiam chegar?

O olhar que havia se aproximado começaria novamente a se abrir.

Do encontro para a comunidade.
IDEIA CENA ENCONTRO EXPANSÃO
DO ENCONTRO AO ALCANCE

Uma cesta podia
contar uma história.

Mas aquela ação
não acontecia uma vez só.

O OLHAR SE ABRE NOVAMENTE

Depois de nos aproximarmos
de quem recebe,

voltamos a olhar para o todo.
Narrativa visual da campanha Jandira Régis com cestas chegando à comunidade
DA ENTREGA À COMUNIDADE
03
QUANDO UMA CENA COMEÇA A SE MULTIPLICAR

A narrativa já não precisava
acompanhar apenas
uma chegada.

A mesma ideia podia mudar de escala, ocupar outros enquadramentos e construir novas cenas.

Desdobramento visual da campanha Jandira Régis
OUTRO ENQUADRAMENTO
Expansão da narrativa visual da campanha Jandira Régis
A MESMA IDEIA SE EXPANDE
NÃO ERA REPETIR A MESMA IMAGEM.

Era descobrir quantas cenas
poderiam nascer
da mesma intenção.

A cada novo enquadramento, a ideia permanecia reconhecível, mas encontrava outra maneira de falar sobre a ação.

01 UMA CESTA

A ideia ganha uma forma.

02 UMA PESSOA

A forma ganha um encontro.

03 UMA COMUNIDADE

O encontro ganha dimensão coletiva.

04 ALCANCE

A narrativa começa a se expandir.

QUANDO O QUADRO FICA MAIOR

A entrega deixa
de ocupar apenas
um ponto da imagem.

Ela passa a ocupar o espaço, a atravessar o cenário e a sugerir continuidade.

Cena ampliada da campanha visual Jandira Régis
UMA IDEIA EM EXPANSÃO

A imagem que começou
com uma entrega
agora podia falar
sobre muitas.

E ENTÃO SURGIU UMA NOVA POSSIBILIDADE

Se aquelas cenas
já sugeriam movimento,

por que deixá-las paradas?

A linguagem visual estava pronta para atravessar mais uma fronteira.

IMAGEM CENA SEQUÊNCIA ALCANCE MOVIMENTO
QUANDO A IMAGEM GANHA MOVIMENTO

As cenas já estavam
contando uma história.

O próximo passo foi
deixá-las acontecer.

DEPOIS DAS PRIMEIRAS IMAGENS

A linguagem visual
foi bem recebida.

Então apresentei o vídeo.
JANDIRA RÉGIS NARRATIVA AUDIOVISUAL
04
DA COMPOSIÇÃO À SEQUÊNCIA

O que antes existia
dentro de um quadro
passou a existir no tempo.

A imagem podia aparecer, permanecer por alguns instantes, dar lugar à próxima e construir uma experiência em sequência.

A narrativa visual começava a se tornar narrativa audiovisual.

IMAGEM Um instante.

A cena concentra uma ideia dentro de um único quadro.

SEQUÊNCIA Uma passagem.

Uma cena começa a se relacionar com a próxima.

MOVIMENTO Uma experiência.

A história passa a ocupar também duração e ritmo.

NÃO ERA ABANDONAR AS IMAGENS.

Era descobrir
o que elas poderiam fazer
quando colocadas em relação.

A mesma linguagem que havia nascido para representar a entrega agora podia conduzir o olhar através de uma sequência.

01 CENA

Cada imagem preserva seu próprio instante.

02 ORDEM

Os instantes começam a formar uma sequência.

03 RITMO

A duração também passa a participar da narrativa.

04 EXPERIÊNCIA

A comunicação deixa de ser apenas observada.

Uma imagem pode
sugerir uma história.
O movimento permite atravessá-la.

A IDEIA CONTINUAVA CRESCENDO

Primeiro, uma cesta.
Depois, uma cena.
Depois, muitas.
Agora, uma narrativa em movimento.

O que começou como a busca por uma representação mais lúdica havia encontrado uma linguagem capaz de continuar se expandindo.

IMAGEM SEQUÊNCIA RITMO NARRATIVA AUDIOVISUAL
CRIAR COM O QUE JÁ EXISTE

Nem todo processo criativo
começa inventando
uma ideia nova.

Às vezes, ele começa
sabendo escutar uma ideia
que já chegou até você.

O PONTO NÃO ERA SUBSTITUIR A IDEIA INICIAL

A referência àquela
“chuva de cestas” já existia.

Meu trabalho começou ao interpretá-la.
O QUE CHEGOU UMA DIREÇÃO

Representar a entrega
de maneira mais lúdica.

A ideia já apontava para algo menos literal.

+
O QUE FOI DESENVOLVIDO UMA LINGUAGEM

Transformar aquela direção
em cenas capazes
de contar uma história.

A interpretação começa a dar forma, relação e continuidade à ideia.

AUTORIA NÃO PRECISA SIGNIFICAR APAGAR O PONTO DE PARTIDA.

Também pode significar
compreender uma intenção
e ajudá-la a encontrar
sua melhor forma.

Desdobramento da narrativa visual desenvolvida para Jandira Régis
UMA DIREÇÃO MUITAS POSSIBILIDADES DE CENA
05
QUANDO A IDEIA JÁ TEM UMA VOZ

O trabalho criativo
também está em saber
ouvi-la antes de responder.

Em um projeto para outra pessoa, marca ou organização, criar não significa necessariamente começar do zero.

Significa perceber o que já está ali, compreender o que precisa ser preservado e identificar onde existe espaço para desenvolver.

01 RECEBER

Entender o que já existe antes de propor.

02 PERCEBER

Identificar onde a ideia ainda pode ganhar profundidade.

03 INTERPRETAR

Encontrar uma forma própria de desenvolver aquela direção.

04 EXPANDIR

Descobrir possibilidades que ainda não estavam visíveis no início.

A LINGUAGEM SE TORNA RECONHECÍVEL

Quando a direção está clara,
novas imagens podem nascer
sem perder a origem.

A cesta, o céu, a chegada, a comunidade e o caráter lúdico passam a pertencer à mesma construção narrativa.

Cesta descendo de paraquedas sobre uma comunidade na narrativa visual de Jandira Régis
UMA LINGUAGEM RECONHECÍVEL
O QUE ESTE PROCESSO REVELOU

A ideia não precisou
deixar de ser deles
para passar pela minha criação.

Ela precisava ser compreendida, tratada com cuidado e desenvolvida até encontrar uma linguagem capaz de sustentá-la.

JANDIRA RÉGIS · CASE

Não bastava mostrar a entrega.

Era preciso fazer sentir
o que estava sendo entregue.
ESCUTA LEITURA INTERPRETAÇÃO EXPANSÃO
O QUE GANHOU FORMA

Uma ideia que chegou
como referência encontrou uma linguagem.

E essa linguagem encontrou
diferentes maneiras de existir.

01 IDEIA

Representar a entrega de forma mais lúdica.

02 INTERPRETAÇÃO

A referência começa a ganhar uma linguagem.

03 CENA

A entrega deixa de ser apenas objeto.

04 EXPANSÃO

Uma cena encontra outras possibilidades.

05 MOVIMENTO

A linguagem passa também ao audiovisual.

UMA IDEIA · DIFERENTES MOMENTOS

Da possibilidade
ao encontro.
Do encontro à expansão.

As imagens deixam de funcionar como peças isoladas e passam a revelar etapas de uma mesma construção narrativa.

Cesta descendo de paraquedas sobre uma comunidade na narrativa visual de Jandira Régis
01
IDEIA A entrega encontra uma forma.
Menino diante da chegada de uma cesta na narrativa visual desenvolvida para Jandira Régis
02
ENCONTRO A entrega encontra alguém.
Expansão da narrativa visual desenvolvida para Jandira Régis
03
EXPANSÃO A linguagem amplia seu alcance.

Uma mesma intenção.
Diferentes formas
de fazê-la chegar.

O PROJETO GANHOU FORMA EM
01

CONCEITO VISUAL

Desenvolvimento da direção lúdica a partir da ideia inicial.

02

NARRATIVA VISUAL

Construção de imagens relacionadas por uma mesma lógica narrativa.

03

DESDOBRAMENTOS

Novos enquadramentos e cenas a partir da linguagem construída.

04

AUDIOVISUAL

Expansão da narrativa para sequência, duração e movimento.

O PAPEL DO STUDIO

Receber.
Compreender.
Interpretar.
Fazer crescer.

Sem apagar a origem da ideia.
Sem transformá-la em algo que ela não era.
Mas encontrando novas formas de torná-la visível.

LIAHSVERSE STUDIO

Algumas ideias chegam prontas.

Outras chegam como uma direção, uma imagem, uma sensação ou uma possibilidade.

Criar também é saber
reconhecer o que existe ali
e ajudá-lo a ganhar forma.
JANDIRA RÉGIS NARRATIVA VISUAL · CAMPANHA SOCIAL · CONTEÚDO AUDIOVISUAL
LIAHSVERSE STUDIO
E A SUA IDEIA?

Talvez ela já exista.
Talvez ainda seja
apenas uma possibilidade.

Podemos descobrir juntos
a forma que ela pode ganhar.

Criamos com você,

com a mesma dedicação e carinho
que colocamos em nossos próprios projetos.
LIAHSVERSE IDEIAS EM UNIVERSOS VISÍVEIS